A HISTÓRIA DO NOSSO TCC

A história do nosso TCC começou em 2003. No terceiro ano do curso tínhamos aula de Cultura Brasileira com a professora Maria Delma Carvalho.Ela pediu que apresentássemos um seminário sobre a alimentação no Brasil, o qual nós e mais um colega de classe, Carlos Eduardo de Lima, fizemos. No início desse ano, convidamos nosso professor Luís de Castro para ser nosso orientador. No projeto do TCC, decidimos unir assuntos que ambas gostávamos: cinema e alimentação. Fizemos o projeto e quando começamos colocar o trabalho no papel, percebemos que se tratava de um assunto muito amplo e complicado. Precisávamos restringir o assunto. Foi quando um amigo, Juvenal Zanchetta, nos indicou alguns textos e livros especificamente sobre alimentação e "mcdonalidização" e o trabalho começou fluir. A partir de então, fizemos diversas leituras cada vez mais intrigantes de diferentes autores: Edgar Morin, Ariovaldo Franco, Lúcia Santaela, Joe L. Kincheloe, Flandrin e Montanari, entre outros. Nos reuníamos todas as tardes de segunda a quinta. Iniciamos pelo segundo capítulo, que estava mais claro em nossa cabeça. O terceiro viria logo em seguida, com a ajuda inúmeras revistas que como um "acaso" pareciam ter descoberto o assunto do nosso trabalho e cada vez mais faziam matérias, artigos e reportagens especiais sobre o assunto. O primeiro capítulo foi confuso e difícil de definir. A falta de bibliografia e a miscigenação de povos contribuíram para a confusão. Podemos dizer que a nossa maior dificuldade foi escrever o TCC sem parafrasear. Principalmente porque esse é nosso primeiro texto científico e às vezes, as palavras (mesmo para nós, estudantes de jornalismo) sumiam. Compreendemos ainda mais o valor da leitura, que sempre acrescenta novas palavras ao nosso vocabulário, que é tão importante em um texto de autoria própria. Finalmente concluímos o trabalho e optamos pela mesma banca da qualificação. As professoras Maria Delma Carvalho e Maria Lídia Bignotto. TRABALHO PRÁTICO No início pretendíamos fazer um programete sobre o assunto, entretanto, concluímos que seria melhor um site, por não ficar restrito apenas à faculdade.

Marina Pereira Oliveira

Mayra Garcia Triveloni

Nov/2004


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Voz do Vale